Tenho 30 anos, solteiro, sem filhos, residindo no Rio de Janeiro e que sou apaixonado pela minha profissão. Ser Guia de Turismo faz com que me sinta completo. Eu gosto de estar com pessoas. Gosto muito. Realizar os seus sonhos de conhecer algum lugar muito especial. Ou Fazer do lugar, algo único.

Monday, November 13, 2006

Me conheça...





Eu resolvi, fazer um blog, para que fosse aberto o livro da minha vida profissional. É uma história de trás para frente. Portanto, as postagens são recentes às antigas. Espero que gostem do meu perfil, do meu jeito e de estar aqui, oferecendo meus serviços. Eu posso sintetizar o que eu quero numa frase. Eu amo o que eu faço, e é o que eu sei fazer de melhor: ser guia de turismo.

E eu sou só um ser que adora cinema, teatro, viajar (nem precisa falar, né?, risos), de estar com meus amigos, que não gosta de cerveja, mas adora misturar feijão com neston, de estar com meus amigos, de praia, de dançar, de estar com a família, de namorar... Pois é... Só um ser.

Outra coisa, têm muitas fotos. Para ampliá-las, é só clicá-las. Portanto, bem-vindo a bordo...

Meu currículo...

Fabrício Duque Ruibal
29 anos, carioca, solteiro, sem filhos

Rua Senador Dantas, - Centro
Cinelândia - Rio de Janeiro - RJ - Cep: 20031-202
Telefones: 9305-5797
fdrtop@uol.com.br


Perfil Profissional- Sólida experiência, totalizada em 15 anos, em tratar e entender o público alvo e trabalhos em equipe, com perfil dinâmico, comunicativo e entusiasta
- Sólida experiência em organização e produção de eventos, gerindo negócio próprio
- Conhecimento de preparação de cocktails e sommelier
- Sólida experiência em Guia de Turismo (Credenciamento Embratur)
- Sólida experiência em pesquisas de mercado para satisfazer as necessidades do negócio
- Sólido conhecimento em Rotina de Hotel
- Capacidade de adaptação a novas funções e a novos ambientes

Experiência Profissional
Monforte Turismo – 2004/2005
Guia de Turismo: Serra Gaúcha e Curitiba; Porto Seguro Hopi Hari, PlayCenter e Mundo da Xuxa.
* Condução de grupos diversos (infantil a terceira idade), com forte participação na implementação dos recursos disponíveis, ampliando-os com inovações.

Sesc Tijuca – 2003/2004
Guia do Programa Turismo Social: Ilha Fiscal; Academia Brasileira de Letras; Dia do Desafio Contra a Inatividade, no Forte do Leme; Paraty (Festa do Divino).
* Destaque na participação voluntária para agregar meus conhecimentos e apoio ao Dia do Desafio.

Carnafolia Tur - 2003
Guia de Turismo: Porto Seguro; conduzi um grupo de universitários durante 10 dias, no Carnaval de 2003.
* Destaque na contratação por ter tido o perfil inovador para a função, mesmo sem possuir a vivência daquele roteiro.

Agência Rumo Certo - 2002Estágio: Guia de Turismo Principal, conduzindo um grupo de formandos de uma escola militar e seus familiares em uma viagem a Guaratinguetá, SP.
* Primeira experiência como guia principal, o que me propiciou muitos conhecimentos na desenvoltura da profissão.


Formação Acadêmica- Superior Completo em Análise de Sistemas (Informática) – UniverCidade, 2000
- Técnico em Turismo e Hotelaria – Microlins, 2002
- Especialização em Guia de Turismo Regional, Nacional e Internacional – CIETH, 2003
- Técnico em Propaganda e Marketing – Escola Técnica de Propaganda e Marketing (ETEC), 1995

Cursos Extras- Barman Basico + Aperfeiçoamento – Senac RJ
- Workshop Turismo GLS – ABAV SP
- Congresso ABAV 2003 – Riocentro, RJ
- Qualificação Profissional – CEDETUR
- Telemarketing Ativo e Receptivo – TecnoCurso, RJ

Línguas Estrangeiras
Inglês – falado, escrito e leitura
- Certificado da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa

Projetos Diversos

Idealização, produção e direção do curta-metragem “Paratii”.

Realização, como projeto do Curso de Turismo, e apresentação em universidades do documentário “Por que as pessoas viajam?”, retratando o contraste de opiniões e atitudes dos freqüentadores da Feira Hippie de Ipanema e dos moradores de Campo Grande, Zona Oeste do Rio.

Realização, como projeto do Curso de Turismo, de pesquisa sobre a infra-estrutura e o impacto ambiental do turismo na Ilha Grande, RJ, a fim de desenvolver projetos de turismo sustentável para a ilha.

Aula prática de roteiro selecionado do Rio para estudantes universitários de turismo de Vitória (ES), com City-tour nas praias do Rio, na Zona Sul e Barra da Tijuca e bairros da Rocinha e da Lagoa. Visita voltada para o estudo da infra-estrutura do Rio.

Realização esporádica de trabalho pessoal voluntário (excelência e qualidade) com um grupo de 15 pessoas, objetivando proporcionar aos participantes ampla visão da cidade do RJ, o que tornava a atividade uma boa fonte de divulgação, especialmente para os naturais da cidade que não a possuíam.

Outros Projetos...


Aula prática de roteiro selecionado do Rio para estudantes universitários de turismo de Vitória (ES), com City-tour nas praias do Rio, na Zona Sul e Barra da Tijuca e bairros da Rocinha e da Lagoa. Visita voltada para o estudo da infra-estrutura do Rio.

Realização esporádica de trabalho pessoal voluntário (excelência e qualidade) com um grupo de 15 pessoas, objetivando proporcionar aos participantes ampla visão da cidade do RJ, o que tornava a atividade uma boa fonte de divulgação, especialmente para os naturais da cidade que não a possuíam.

Turismo GLS...


O segmento de Turismo Gay, Lésbicas e Simpatizantes está crescendo consideravelmente. Visando isto, participei do programa TURISMO GLS - Uma Oportunidade de Negócios, realizado no dia 26 de Maio de 2004, em São Paulo, com carga horária de 2 horas, ministrado pelo instrutor Franco Reinaudo da Abav / SP.
Na foto, eu, guia, com o grupo carioca. Van para a Parada Gay Rio 2005, Copacabana.

Bungee Jump...



Outra aventura maluca gostosa, risos, foi ter pulado de Bungee Jump, no Parque Hopi Hari. Eram 53 metros. Deu frio na barriga, mas... Só que não parou aí. Quando fui ao playcenter, no dia seguinte, pulei de novo, de uma altura de 60 metros. Essa modalidade era com amarras pela cintura, portanto voava. Perfeito. Simplesmente perfeito. Posso dizer que fiquei viciado. Risos. Toda vez quero ir de novo, de novo. Eu tenho fotos e o vídeo para provar que eu não estou mentindo. Risos.

Monforte Turismo...



O ápice de minha carreira profissinal foi, sem sombra de dúvida, na agência Monforte Turismo, localizada em Nova Iguaçu. Eu fiz muitas viagens. E como sempre, me aventurando. Carnaval de Porto seguro em 2004. Foram 9 dias naquela gostosa loucura. Risos. Em 2005, viajei ao Hopi Hari, Playcenter, Mundo da Xuxa. O público era bem diversificado. De Crianças aos idosos. E foi quando fiz Serra Gaúcha, sem nunca ter ido. Como sempre. Risos. Fiquei em pânico, de novo. Um público mais elitizado, conhecedores de víniculas e afins. Desta vez fiquei com muuito medo. Mas segui em frente. E foi tudo bem. Blumenau, Gramado, Canela, Bento Gonçalves,Fenachamp. Garibaldi, Bento Gonçalves, Caxias do Sul (praça reformulada), Nova Petrópolis (Labirinto), Curitiba, Madalosso, Rio. Aprendi muito, trocando informações. Nestas horas, ser o melhor amigo dos motoristas, é o que há. Mas, sempre, com firmeza. Excelente.

Sesc Tijuca...



Este foi outro projeto privilegiado da minha vida, o qual fui sorteado, quando participei como Guia do Programa de Turismo Social do Sesc Tijuca. É um outro tipo de turismo que eu não estava acostumado. Foi muito produtivo. A qualidade, competência, dinamismo eram os fatores exigidos. Eu me sentia como um Personal Guide (Guia pessoal de cada um). Os passageiros não eram só turistas, mas sim, uma grande família Sesc. Eu aprendi a dosar e humanizar mais a viagem.

Ilha Fiscal, Academia Brasileira de Letras,Paraty (Festa do Divino),
Dia do Desafio Contra a Inatividade, no Forte do Leme. Este último fazia com que os pertencentes da melhor idade, e não mais terceira idade, os com deficiências especiais, pudessem andar, exercitar, se divertir, massagem, ioga... Eu participei de forma voluntária, não cobrando os meus serviços. E sempre que eu eu posso, eu faço isso. Me faz bem. Me faz sentir vivo e útil. De estar ajudando meu próximo.

CarnaPorto com Carnafolia...







Na semana que estava me formando no Cieth, ainda dando entrada na Carteira de Guia, o curso indicou-me para fazer uma entrevista. A agência era CARNAFOLIA. Época: Carnaval 2003. Porto Seguro. Eu disse para mim: não tenho experiência ainda e se for chamado será como guia auxiliar. Então relaxei. Fui à entrevista. Expliquei tudo com muita transparência. Aí, eu tive uma deliciosa surpresa. Fiquei nervoso, preocupado por ser, já, guia principal, de adolescentes e jovens, média de 19 anos, indo a Porto Seguro, sem a vista dos pais. Fiquei em pânico. Mas quem está na chuva... E aceitei o desafio. Se o Dan, dono da agência, confiou em mim, eu não ia fugir. Eu aprendi muito. Em primeiro lugar, porque nunca tinha ido para lá. E também, eu aprendi, realmente, a tratar e a entender o público. O que querem. Exaustos por quase 20 horas dentro de um ônibus. Tudo correu bem. Eu quase não dormi. Claro, eu queria conhecer todas as novidades do lugar. Portanto eu fazia by day e by night. Ajudava na venda de abadas. Dava assistência geral. Eu fiquei muito cansado nos 10 dias que eu trabalhei. Mas eu adorei. E foi com isto, com esta aventura profissional, que iniciei minha carreira de Guia. Eu senti uma força que me impulsionava e não me deixava parar. Eu queria continuar. Queria mais. E continuei.

Ecoturismo...


Caminhar, ou melhor, como se diz ultimamente Trekking. É a arte de desbravar os recantos mais selvagens da natureza ou qualquer outro que faça nos dirigir de um lugar a outro sem a ajuda de nenhum meio de transporte, apenas nossos pés, nosso corpo e nossa mente.Um grupo resolveu realizar essa caminhada por um percurso selvagem, dentro da mata com cachoeiras belíssimas de água cristalina e gelada. Esse percurso é classificado dentro do segmento ECOTURISMO, que nada mais é do que um trekking ecológico. Essa aventura fez o trajeto MAZOMBA à MURIQUI (Mangaratiba) e durou mais de oito ( 8 ) horas (isso mesmo!!!!), oito horas sem conforto, com comida racionada e bebendo água da mais pura cachoeira, o começo da Véu-da-noiva.

O grupo marcou em Campo Grande para irmos para Mazomba. O que vos fala, Fabrício, Daniele, Cris (amiga da Dani), Leide, Sabrina, Keyla e os instrutores (desbravadores como gostam de ser chamados) Alexandre e Dino. Todos tinham levado suprimentos, pois o que tinham nos passado é que a viagem seria de cinco horas. Água, energéticos, frutas, nutri (cereais em barra), sanduíches. Alguns levaram biscoitos de chocolate, e como era dia de páscoa, ovos de chocolate. Óculos escuros, boné e mochila era quase obrigatório.Chegamos no ponto inicial do trekking as 7:20 da manhã. Era aí que nossa aventura começava.Estudantes de Turismo precisam conhecer na prática o que é ensinado. Atravessar a floresta, conhecer lugares inexplorados, é obrigatório para um profissional da área. Isso se chama experiência. Todos precisam passar por isso.

O que eu e Daniele concluimos, também, é que para escolher o segmento Ecoturismo, é preciso gostar do que está fazendo. Assim como os desbravadores optaram por esse caminho. Não é um tipo fácil de turismo. Não tem conforto, os limites precisam ser vencidos, tem que conhecer o local aonde irá trilhar. Em todos os casos, o desbravador tem que realizar a trilha antes, conhecê-la, e sempre, preocupar-se com quem está levando.

Outra coisa é que Ecoturismo está na aventura, mas não necessariamente a aventura (radical) está no ecoturismo. Como por exemplo, eu posso fazer um rapel no cachoeira véu da noiva que é uma aventura radical, mas não preciso subir montanha para isso.

O que mais nos chamou a atenção foi que, se trabalhássemos numa agência de viagem, e o cliente, chegasse a nós, perguntando que queria uma aventura, a principal pergunta a qual deveria ser feita: é que isso vai fazer ele andar, passar por lugares inexplorados, selvagens, sem conforto, com comida racionada? ou se ele queria era um rapel numa cachoeira passando pelo lugar mais tranquilo?
Temos que conhecer o local antes de vender sobre ele. Esse foi um aprendizado e tanto.

Paralelamente ao Cieth...



Ainda estudando, eu comecei a procurar agências para estagiar. Trabalhei como Guia Principal-auxiliar. Eu explico, fazia tudo que um guia faz, mas o preço não é compatível. Risos. Ganhei uma ajuda de R$ 10,00, na Rumo Certo. Levando um grupo de formandos Tenentes da Aeronáutica à Guaratinguetá. Risos.

Mas foi na agência Meyre Tour, que mudou o nome e hoje se apresenta como VERSÁTIL TURISMO, que eu me identifiquei. Ou melhor, a dona Maryângela gostou de mim. Risos. Acho eu. Mais ou menos ocorreu deste jeito. Eu liguei para ela e disse que estava precisando trabalhar e ainda não era formado. Ela riu e marcou comigo. A gente conversou horas e de imediato, viramos amigos. Ele me ajudou muito, dando macetes, técnicas... A sua empresa está no ramo a muito tempo. As fotos explicam isto, esta amizade, companheirismo e confiança.

Eu fiz a minha primeira viagem com ela. Em ônibus duplo. Um guia em dois ônibus. Eu aplicava a ténica e a prática que tinha aprendido e ela me orientava. Suei, tremi, fiquei muito nervoso, esqueci coisas, dei a volta por cima, dançei conforme a música, e ela lá, rindo e me ajudando. Nunca vou esquecer. Festival do Chocolate, em Teresópolis. Aí engrenou. Festa Cigana em Vassouras, Passeios escolares, Paraty... Foi uma experiência e tanto. Muito obrigado à Meyre pelo apoio!

Cursando Guia de Turismo no Cieth...








Logo eu ter me formado na Microlins, inscrevi-me para o curso de Guia de Turismo Nacional, Regional e Internacinal, no Cieth - Centro Integrado de Estudos em Turismo e Hotelaria. Eu já sabia que era isto o que eu queria fazer. Portanto, estudei muito, pesquisei muito, fiz todas as visitas técnicas, viagens, projetos, workshops... Eu me dediquei, a fim de aprimorar meus conhecimentos. Meu projeto Final Regional foi o Pálacio Quitandinha, em Petrópolis (Serra do RJ). Nacional, Campos do Jordão, Sítio do Pica-pau amarelo e Aparecida do Norte, em São Paulo. E Internacional, foi sobre New York. Engraçado, eu nunca fui à esta cidade, mas conhecia cada pedaço, cada detalhe, por ser eu, tão apaixonado. N.Y. é o meu lugar. Gostaria de estar realizando viagens sempre para lá. As fotos, que estou de gravata, é a minha fortumatura, e, os meus certificados.

Projetos Finais Microlins...



Repetindo o que eu já disse anteriormente, eu aprendi muito com o curso Microlins. Muito mesmo. Como diz o ditado popular, é na prática de se aprende. Foram três projetos finais. Fazer um relatório sobre a visita técnica ao Hotel Guanabara, no Centro do Rio. Acompanhar um roteiro Rio a pé, tendo como guia de turismo, a professora Meri, explicando pontos turísticos. E entrevistar clientes e agências de viagens, a fim de conhecer as rotinas administrativas. Este último escolhemos Campo Grande. Realizamos pesquisas com o público alvo e com os donos da agência. Direcionamos a empresa utilizando um business plan (plano de negócios). Para isto ocorrer de forma concreta e sem erros, criamos uma concorrente, a Agência Nutritur, que tinha este nome, por causa que comíamos muitas barras de cereais Nutri, risos. Daí veio, Nutritur, um turismo nutritivo. Visualizamos onde a empresa perdia em roteiros, idéias. Relatamos e fornecemos às mesmas.

Paraty...



É, sem dúvida, meu documentário favorito. Neste projeto, conto a história da cidade, faço entrevistas com moradores. Curiosidades. Foram três dias. Os outros alunos (Daniele e Raphaela) ajudaram em muito. Também foi apresentado em sessão Pré-estréia, risos, na própria Microlins. Neste projeto, eu apresento a história do Caminho do Ouro, que passava por Cunhabebe. Eu expliquei as lendas (ou não) e curisiodades do vilarejo (que já cresceu em muito). De uma forma didática e objetiva.

Ilha Grande...




Foi uma história fascinante. Tudo começou com a idéia da nossa professora, Fernanda, ou, Tia Nanda, como é carinhosamente chamada, de levar-nos à uma viagem à Ilha Grande. Para que, nós pudéssemos fazer uma pesquisa sobre o local. Isto incluía avaliar a qualidade da água, entrevistar moradores, turistas e pessoas ligadas ao turismo e conhecer os costumes do local. E o detalhe, nós ficamos em um camping.

Com essa pesquisa, percebemos que é, quase unânime a incidência de turistas no período de dezembro a fevereiro. As pessoas, que mais visitam a Ilha, apresentam-se na forma de turistas estrangeiros e nacionais, especialmente alemães, paulistas e mineiros. Os estrangeiros costumam ficar mais de uma semana. Já os nacionais não passam dos cinco dias. Todos os visitantes realizam caminhadas, passeios de barco e mergulhos. Todos os entrevistados disseram que há saneamento básico, mas é precário. Quando perguntei se a Prefeitura fazia sua parte, virou polêmica. A maioria disse que o papel do Poder Público é “levar com a barriga”. Apenas o departamento de Policia disse que a Prefeitura realiza seu trabalho de forma impecável. Todos acham importante os turistas visitarem a Ilha, porque a população local vive 90% do turismo. Perguntamos nas lojas, qual tipo de turista compra mais, a resposta foi: ‘os brasileiros’. Antigamente, os “gringos”. Será que o Brasil ficou mais rico?

Por que as pessoas viajam?



Por Fabricio Duque

Este projeto, foi realizado, por estudantes de Turismo da Microlins, a fim de divulgar o que venha a ser o Turismo. Os idealizadores, não expuseram suas opiniões, para que não houvesse parcialidade. Apenas, foram grifadas as partes mais interessantes e educacionais das entrevistas.

Esse documentário, “Por que as pessoas viajam?”, possui depoimentos fornecidos por vários lados do setor de turismo.

Dividido em quatro partes. A primeira apresenta uma entrevista com o Diretor Mauro Monteiro, da Microlins de Campo Grande, explicando o porquê do curso, do workshop, e suas opiniões pessoais sobre a pergunta desse vídeo. A seguir, a parte da Feira Hippie de Ipanema, onde pudemos observar culturas diferentes com comida e artesanato típicos, em uma feira numa praça voltada aos turistas. Foram realizadas entrevistas com artistas plásticos, artesãos, vendedores de produtos diversos, funcionários da TurisRio, guias receptivos de turismo (por conta própria), turistas e moradores do local. Não podemos deixar, de citar, a instrutora Fernanda, pelo apoio dado e pelas informações valiosas, de como se comporta a TurisRio. A terceira parte foi feita em Campo grande. As entrevistas foram à rua Cesário de Melo, com os passantes, onde colhemos suas informações pessoais sobre viagens. A última parte, dedicamos ao “enciclopédia humana de turismo” Luiz Alberto Sampaio, Presidente da Koala Turismo, uma das agências mais conhecidas e conceituadas deste bairro. Não podemos esquecer de agradecê-lo pela sua paciência e atenção que foi dada a estes estudantes.

O objetivo deste documentário, além de divulgar o que é o turismo e por que as pessoas viajam, é fazer a nossa própria divulgação. Precisamos estar preparados para um mercado de trabalho competitivo. Pensando nisso, estes estudantes resolveram apostar nesse vídeo como forma de aprendizado, a fim de que, o nosso futuro e sucesso, nesse setor, sejam satisfatórios e produtivos.

Com isso, todos ganham. A divulgação do curso, a divulgação dos próprios personagens reais do documentário, o turismo nessas regiões, os estudantes de turismo, o próprio Governo, as diversas fatias de mercado desse setor e, principalmente, o Rio de Janeiro e, logo, o Brasil. Isso fará, com que este material, seja responsável por atuar no crescimento do mercado de trabalho. Uma andorinha só não faz verão, mas um vídeo bem divulgado faz.

“O risco é um caminho que tem muito valor...” disse Amyr Klink no seu livro “Gestão de sonhos – riscos e oportunidades”. Com essa frase, percebemos que acreditando nos nossos sonhos e potenciais, estamos vulneráveis a riscos, ou seja, quem está na chuva é para se molhar. Mesmo assim, nós que acreditamos no Turismo e somos nacionalistas, assim como Lima Barreto, resolvemos arriscar. Para nós, “turismo é uma grande cachaça” como já dizia Luiz Alberto Sampaio, presidente da Koala Turismo. Sabemos que o mercado de trabalho é competitivo, como já dissemos antes, mas devemos ter a consciência, de que todos os setores de todas as áreas são. Então, a solução é única: gostar do que fazemos, acreditar no que fazemos e, o principal, fazer cada vez melhor.

Workshop Vivendo no Turismo

O intuito maior era apresentar a visitantes palestras, o vídeo ‘Por que as pessoas viajam?’, comidas típicas e informações turísticas de cada região. Realizamos, este projeto, numa das salas de aula da Microlins. Queríamos que estes visitantes tivessem uma nova visão do turismo. Fazer, com que eles deixassem de se comportar como turistas e visualizassem o outro lado. E assim divulgar o curso de Hotelaria e Turismo. Foi muito produtivo. As palestras eram divididas entre professores. E eu explicava o documentário.

Microlins: um começo necessário...



O curso Microlins, na categoria de Turismo e Hotelaria, em Campo Grande, Rio de Janeiro, foi excelente para o meu conhecimento e crescimento. Visto que as aulas eram mais práticas. Eu aprendi muito. E recomendo que todos precisam fazer este curso. Ali, eu tive embasamento teórico e prático de rotinas de hotel, rotinas de agências de viagens, técnicas de guia de turismo, de produzir eventos, enfim, é bem completo. Fiz vários projetos que ajudaram minha percepção e à ‘dançar conforme a música’, risos, no Turismo. Os projetos foram estes a seguir: o documentário Por que as pessoas viajam? , a pesquisa sobre a água da Ilha Grande, Workshop Vivendo no Turismo e o documentário sobre Paraty.

Uma aventura em Salvador...





Neste período, ligou-me um amigo, Anderson, do tempo da ETEC – Escola Técnica de Comunicação, convidando-me a viajar à Salvador, Bahia. Carnaval de 2002. A viagem aconteceria de carro. E seria completada por um casal de amigos deste meu amigo. Que por sinal era o motorista do carro e o dono do mesmo. Risos.Então, eu aceitei. Foi uma aventura. Risos. Seguimos pela opção do Espírito Santo, passávamos pelas cidades e quando estes lugares interessavam a gente, nós parávamos. O carro quebrou muitas vezes, o que nos fez dormir em várias cidades. Conhecemos lugares, que se fossemos de avião, não conheceríamos. Levamos 6 (seis) dias até o destino final. Lá chegando, nós encontramos um guia de turismo, não credenciado pelo Embratur, era apenas o filho da Tia do nosso motorista. Ele conhecia Salvador como ninguém. Então fiquei conhecendo alguns lados deste lugar que não ‘estão no mapa’. Desculpe-me pelo trocadilho. Ele ensinou o que aproveitar do carnaval e fez um tour por todas as praias. Foi excelente. Foram 11 (onze) dias. Voltei à minha casinha, tendo uma visão quase de morador baiano e não mais de Turista. Quer dizer, é impossível não ter a visão de visitante, visto que tirei muitas fotos. E isto exacerbou a minha vontade de ser Guia de Turismo.

Minha Faculdade...


Eu me formei em Técnologo em Processamento de Dados, em 2000. Estudando desde 1997 pela Faculdade da Cidade, em Ipanema, hoje Univer Cidade. Eu não estava conseguindo conciliar a Faculdade e o trabalho da Tety Video. Optei pela Faculdade. Estudei muito informática. Eu gostava muito de computadores, de ficar na internet. Mas isto não bastou na minha profissão. Passei sempre com notas altas, mas faltava algo. Faltava o contato com pessoas. Eu descobri isto, quando, no período da faculdade, eu estagiava (remuneradamente) na empresa Farma Ville. Era Operador de Micro. Eu trabalhava com computadores, introduzia dados no sistema, fazia backup. Mas faltava algo. Eu queria estar em contato com outras pessoas. Mesmo assim, terminei a faculdade apresentando um projeto final que mereceu 9.8, o professor não dava nota 10. Risos. Saí do emprego. Dediquei-me inteiramente ao Inglês. E fui fazer Turismo e Hotelaria na Microlins, para que eu pudesse descobrir o que eu realmente queria. E descobri. Ser Guia de Turismo.

Minha empresa Tety video...


Quando tinha 15 anos, minha mãe me perguntou o que eu gostaria de ganhar de presente de aniversário. Eu pedi um equipamento de filmagem. Eu sempre fui apaixonado por cinema e percebi, naquela oportunidade, unir o útil ao agradável. Ganhar dinheiro com o que eu realmente gostava de fazer. E assim meu desejo foi realizado. Foi assim que nasceu a Tety Video Produções. Tety por causa do meu apelido, que foi colocado pelo meu priminho Filipe. Foram quase 10 anos de intenso trabalho. Até os 18 e meio, quando tirei minha carteira de motorista, meus pais me levavam e buscavam. Eu era muito novo, e quando as pessoas contratavam-me, ficavam assustadas. Diziam "Ai meu Deus, é esse garoto que vai fazer minha festa". Eu ria e dizia que podia confiar. No final vinham falar comigo, pedindo desculpas por terem desconfiado de mim. Risos. Eu sempre ri e sempre fiz meu trabalho de forma criteriosa, perfeccionista sem ser chato. Aprendi com isto como entender e a tratar as pessoas. Sabendo, o que realmente, elas querem. Foi uma experiência gratificante. Eu cresci muito com isto. Paralelamente eu estava terminando meu segundo grau e fazendo um curso profissionalizante na Escola Ténica de Comunicação, ETEC, estudando Propaganda e Marketing. Fiz, também, o curso de Telemarketing, no TecnoCurso, para que pudesse me ajudar a divulgar meu produto por telefone.

Viagens desde bebê...



Eu sempre gostei e gosto muito de viajar. Desde pequeno eu e minha família curtíamos todos os momentos que podíamos. Vivemos uma família bem harmoniosa. Rimos muito, brincamos muito e nos apoiamos muito. Tudo muito. Risos. Enfim, como disse antes, desde pequeno sempre viajei. Miguel Pereira, Mendes, Parati, Minas gerais, São Paulo. Este último morei com meus tios uns meses. Salvador, Porto Seguro, Foz do Iguaçu, Paraguai, Argentina. Foram muitos. E eu adorando.. Até parece que minha mãe estava adivinhando que me tornaria Guia de Turismo. Risos.

Pequenino...


Eu nasci no Rio de Janeiro, registrado no livro 1.E.316, do Cartório Bias Fortes de Abreu, em Campo Grande, Zona Oeste. Foi em 10/12/1976. Sagitariano. Às 19 horas e 15 minutos, na Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo. Com 50 cm e 3,5 kg. Meus pais Cleonir Santana do Prado Ruibal e Lindaura duque Ruibal. Meu pai foi o declarante e estava muito emocionado e feliz. Espero eu. Risos. Tipo de sangue O+ . E desde pequenino sempre gostava de aparecer, já dizia minha avó. Risos. A gravata explica bem isto.

O início da minha vida



É lógico que devo a minha vida à minha mãe. Ela sempre cuidou de mim de uma forma única e maravilhosa. Ensinou-me o certo e o errado, mas nunca me proibindo de nada. Ela é uma super mãe. Sempre me apoiou e sempre me apoia até nas minhas idéias mais loucas. Risos. Não posso esquecer dos meus avós também. Do meu pai e do meu padrastro. Todos são importantes para a base da minha existência. Família. Viva eles!!!